Mestrado em Agricultura Conservacionista

Mestrado em Agricultura Conservacionista Historicamente, o IAPAR atua na geração de conhecimento científico e tecnológico direcionado para o desenvolvimento de sistemas agrícolas sustentáveis e compatibilizados com o uso racional de insumos agrícolas. Diversos projetos de pesquisa e programas de ação foram implementados nos últimos 40 anos, em que foram definidas tecnologias que mudaram a face da agricultura paranaense e contribuíram para tornar o Paraná um dos mais importantes estados agrícolas do país.

Dentro desse contexto a formação de profissionais voltados à Agricultura Conservacionista trará uma grande contribuição para o Brasil continuar com uma agricultura produtiva e sustentável. Atualmente já existe grande preocupação dos mercados consumidores por alimentos de alta qualidade e produzidos sem prejudicar o meio ambiente. Assim, além de contribuir para a otimização da produção regional, a Agricultura Conservacionista pode ser utilizada como um meio de estimular os mercados a valorizar práticas que preservam o meio ambiente, inclusive com diferenciais de mercado.

A situação de crescimento populacional, o aumento de renda e da pressão sobre os recursos naturais produtivos e a água vão se tornar cada vez mais cruciais nos próximos anos, agravados pela perspectiva das mudanças climáticas. Todos os cenários indicam que dificilmente será possível reverter em curto prazo essa tendência, visto que as populações de países emergentes não renunciarão ao aumento do consumo para preservar os recursos naturais. Assim, o desenvolvimento de pesquisas na linha de Agricultura Conservacionista é fundamental para a busca da sustentabilidade, considerando que haverá necessidade de prover as populações atuais de alimentos sadios e de qualidade, mas procurando preservar os recursos produtivos para as novas gerações.

Instituto Agronômico do Paraná - IAPAR

IAPAR

Informações sobre o curso

O curso de Mestrado Acadêmico do IAPAR em Agricultura Conservacionista tem como objetivos capacitar profissionais de ciências agrárias e áreas afins em agricultura conservacionista, visando contribuir para uma agricultura mais produtiva e sustentável no Brasil, garantindo a renda dos agricultores sem agredir o meio ambiente e preservando os recursos produtivos para as gerações futuras.

Podem ser candidatos ao curso os portadores de diplomas de curso de graduação com carga horária compatível com cursos de duração plena, cujos currículos contenham disciplinas relacionadas com a Área de Ciências Agrárias. Poderão também, se candidatar estudantes que estejam concluindo o último ano do curso de graduação, desde que apresentem certidão descritiva da situação e que concluam, efetivamente, o curso antes da data de matrícula prevista no calendário acadêmico do Programa.

O Curso tem regime de horário integral pelo período mínimo de 12 meses. Para os contemplados com bolsas de estudos, exige-se dedicação exclusiva e tempo integral durante o tempo de concessão da bolsa. O Curso deve ser concluído em, no mínimo, 12 meses e, no máximo, 24 meses, incluindo a apresentação e defesa pública da Dissertação de Mestrado.

O curso, avaliado pela CAPES com nota 3, é composto de três áreas de concentração: Manejo conservacionista dos recursos naturais, Produção e proteção vegetal e Genética, melhoramento e biotecnologia vegetal.

Galeria de Imagens

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Equipe de Gestão

  • Reitor: Florindo Dalberto
  • Pró-Reitor: Tiago Pellini
  • Coordenador do Curso: Cezar Francisco Araújo Junior
  • Secretaria do Programa de Pós-Graduação: Cleonice Medeiros Contini

Comitê da Pós-Graduação

  • Presidente: Cezar Francisco Araújo Junior
  • Coordenador da Área Produção e Proteção Vegetal: Andressa Cristina Zamboni Machado
  • Coordenador da Área Genética, Melhoramento e Biotecnologia Vegetal: Deoclécio Domingos Garbuglio
  • Coordenador da Área Manejo Conservacionista dos Recursos Naturais: Heverly Morais
  • Representante Discente:

Conselhos de Áreas de Concentração

Genética, Melhoramento e Biotecnologia Vegetal:
Coordenador: Deoclécio Domingos Garbuglio
Juarez Pirez Tomaz
Vânia Moda Cirino
Produção e Proteção Vegetal:
Coordenador: Andressa Cristina Zamboni Machado
Rubia de Oliveira Molina
Adeney Freitas Bueno
Manejo conservacionista dos recursos naturais:
Coordenador: Heverly Morais
Renato Yagi
Graziela Moraes de Ceesare Barbosa

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DO IAPAR

CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS

Art. 1° O Programa de Pós-Graduação stricto sensu do Instituto Agronômico do Paraná - IAPAR destina-se à formação de recursos humanos para o exercício de atividades de ensino, pesquisa e assistência técnica em nível de Mestrado.


§ 1º O Programa será composto pelas seguintes áreas de concentração: Genética, Melhoramento e Biotecnologia Vegetal; Produção e Proteção Vegetal; e Manejo Conservacionista de Recursos Naturais.


§ 2º O Programa reger-se-á pelas disposições descritas neste Regimento e demais disposições legais e regulamentares aplicáveis.


Art. 2° O Programa de Pós-Graduação stricto sensu compreenderá o nível de formação de Mestrado, conduzindo ao grau de Mestre em Agricultura Conservacionista.


CAPÍTULO II - DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA

Art. 3º O Programa de Pós-Graduação do IAPAR terá a seguinte organização geral:

I - Comitê de Pós-Graduação;

II - Conselhos das Áreas de Concentração;

III - Corpo Docente das Áreas de Concentração;

IV - Corpo Discente das Áreas de Concentração;

V - Secretaria Geral.


§ 1º O Comitê de Pós-Graduação se caracteriza como órgão assessor da Diretoria Técnico-Científica do IAPAR.


§ 2º O Comitê será responsável pela execução da política de capacitação e atualização de recursos humanos, em nível de Pós-Graduação, caracterizando-se como órgão superior de gestão acadêmica e de deliberação para questões relativas ao Programa de Pós-Graduação.


§ 3º Os Conselhos de cada Área de Concentração se caracterizam como órgãos de gestão acadêmica responsáveis pela deliberação de questões relativas à respectiva Área de Concentração.


§ 4º O Corpo Docente de cada Área de Concentração será constituído por profissionais habilitados e de reconhecida competência para o ensino em suas respectivas especialidades.


§ 5º O Corpo Discente de cada Área de Concentração será constituído pelo conjunto dos alunos nela matriculados.


CAPÍTULO III - DO COMITÊ DE PÓS-GRADUAÇÃO

Art. 4º O Comitê de Pós-Graduação será composto pelos seguintes membros: o Coordenador do Programa, que será seu Presidente, os Coordenadores dos Conselhos das Áreas de Concentração e um Representante Discente, eleito por seus pares.

§ 1º O Coordenador do Programa deverá ser pesquisador científico integrante do quadro de pessoal permanente do IAPAR e fazer parte do corpo docente.

§ 2º O Coordenador do Programa será designado por ato próprio do Diretor Presidente do IAPAR, por indicação do Diretor Técnico-Científico, com base em lista tríplice apresentada pelos membros do Conselho da Área de Concentração.

§ 3º O mandato do Coordenador do Programa e dos docentes integrantes do Comitê de Pós-Graduação será de 3 (três) anos, podendo os mesmos ser reconduzidos por uma gestão sucessiva.

§ 4º O mandato do representante discente será de 1 (um) ano, sem direito a recondução.


Art. 5° O Comitê de Pós-Graduação reunir-se-á por convocação do seu Presidente.

§ 1º O quorum para a reunião será obtido com a presença do Presidente ou do seu vice, e no mínimo, três outros membros do Comitê de Pós-Graduação.

§ 2º As deliberações, exceto as complementações e modificações deste Regimento, serão tomadas por maioria simples dos presentes.


Art. 6º Competências do Comitê de Pós-Graduação:

I - orientar e organizar a política de ensino de Pós-Graduação no IAPAR;

II - propor a criação ou desativação de Áreas de Concentração;

III - deliberar sobre o Regimento de cada Área de Concentração e suas alterações, propostos pelos respectivos Conselhos de Área de Concentração;

IV - deliberar sobre a estrutura curricular das Áreas de Concentração, bem como eventuais alterações, propostas aos Conselhos de Área de Concentração pelos respectivos Corpos Docentes;

V - deliberar sobre a indicação dos coordenadores dos Conselhos de Área de Concentração;

VI - monitorar e avaliar a execução das disciplinas e aproveitamento do corpo discente;

VII - deliberar sobre o número máximo de vagas proposto pelo respectivo Conselho;

VIII - deliberar sobre o desligamento de discentes;

IX - deliberar sobre trancamento justificado de matrícula de disciplina;

X - julgar recursos a ele encaminhados;

XI - deliberar sobre trancamento temporário de matrícula;

XII - propor complementações e modificações no Regimento do Programa de Pós-Graduação, quando aprovadas por maioria de 2/3 (dois terços) dos membros;

XIII - definir e consolidar as necessidades orçamentárias para execução do Programa de Pós-Graduação;

XIV - efetuar gestões junto às instâncias superiores em relação à regulamentação e registro do Programa de Pós-Graduação;

XV - zelar pelo cumprimento do presente Regimento e demais disposições pertinentes;

XVI - deliberar sobre os casos omissos neste Regimento;

XVII - Elaborar relatórios do programa, conforme exigência dos órgãos oficiais;

XVIII - exercer outras atribuições correlatas por determinação das instâncias superiores.


Art. 7º Atribuições do Presidente do Comitê de Pós-Graduação:

I - convocar as reuniões do Comitê de Pós-Graduação;

II - convidar, quando necessário, pessoas não pertencentes ao Comitê para esclarecimentos de matérias em discussão;

III - designar membros do Comitê de Pós-Graduação para relatar processos a serem analisados;

IV - baixar documentação de implementação das deliberações do Comitê de Pós-Graduação;

V - constituir e presidir bancas de defesa de dissertações;

VI - representar o Comitê da PG-IAPAR junto às autoridades supervenientes;

VII - cumprir e fazer cumprir o presente Regimento.


Parágrafo único. O Coordenador do Programa designará um suplente (vice-coordenador) entre os Coordenadores dos Conselhos de Áreas de Concentração da Pós-Graduação do IAPAR, que o representará e substituirá quando necessário e/ou solicitado.


CAPÍTULO IV - DO CONSELHO DA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO

Art. 8º O Conselho de Área de Concentração será composto de um Coordenador e mais dois membros, pertencentes ao seu Corpo Docente.

§ 1º Os membros do Conselho de Área de Concentração serão eleitos pelo respectivo Corpo Docente, sendo um deles subsequentemente indicado pelo Comitê de Pós-Graduação para a função de Coordenador.

§ 2º A cada eleição deverão ser renovados 2/3 (dois terços) de cada Conselho.

§ 3º Os membros do Conselho de Área de Concentração terão mandato de 3 (três) anos, podendo ocupar o cargo por, no máximo, 6 (seis) anos.


Art. 9º O Coordenador exercerá a função de Gerente Acadêmico da Área de Concentração e, em seu impedimento, esta função será exercida por um dos membros do Conselho da Área de Concentração por ele designado.


Art. 10 Competências do Conselho de Área de Concentração:

I - deliberar sobre a constituição e modificações do Corpo Docente da Área de Concentração, respeitada a regulamentação existente;

II - propor ao Comitê de Pós-Graduação o número de vagas para cada ano letivo, ouvido o Corpo Docente da Área de Concentração;

III - deliberar sobre a admissão de novos alunos, ouvido o Corpo Docente da Área de Concentração, definindo e estabelecendo o processo de seleção;

IV - deliberar sobre os professores de disciplinas para cada período letivo;

V - deliberar sobre a designação do orientador e do co-orientador;

VI - deliberar sobre a aceitação de créditos de disciplinas, obtidos em outros Cursos, obedecidos os critérios estabelecidos pelo Comitê de Pós-Graduação;

VII - assistir ao Corpo Docente da Área de Concentração na elaboração e revisão periódica das ementas de cada disciplina e da estrutura curricular da Área de Concentração, para deliberação do Comitê de Pós-Graduação;

VIII - opinar sobre trancamento justificado de matrícula de disciplina, para deliberação do Comitê de Pós-Graduação;

IX - indicar novos docentes a serem credenciados junto ao Programa de Pós-Graduação, para deliberação do Comitê de Pós-Graduação;

X - opinar sobre desligamento de discente da Área de Concentração, para deliberação do Comitê de Pós-Graduação;

XI - deliberar sobre Banca de Dissertação;

XII - acompanhar o desempenho acadêmico dos membros dos corpos Docente e Discente da Área de Concentração;

XIII - encaminhar ao Comitê de Pós-Graduação os casos omissos e considerados fora de sua competência;

XIV - zelar, no âmbito de sua competência, pelo fiel cumprimento deste Regimento, e das normas e disposições pertinentes.


Art. 11 São atribuições do Coordenador do Conselho de Área de Concentração:

I - exercer a coordenação das atividades acadêmicas da Área de Concentração, na qualidade de Coordenador Acadêmico;

II - convocar Reuniões do Conselho da Área de Concentração;

III - convocar Reuniões dos Corpos Docente e Discente da Área de Concentração;

IV - designar as Bancas de Dissertação mencionadas no item XI do Artigo 10;

V - fornecer informações sobre a Área de Concentração, quando solicitado pelo Comitê de Pós-Graduação, por unidades do IAPAR e por órgãos externos;

VI - consolidar a documentação de implementação das deliberações do Conselho de Área de Concentração;

VII - cumprir e fazer cumprir o presente Regimento.


CAPÍTULO V - DO CORPO DOCENTE

Art. 12 O corpo Docente de cada Área de Concentração será constituído por Doutores que tenham produção científica e tecnológica contínua e relevante.

§ 1º Os docentes serão agrupados como docentes permanentes, docentes visitantes e docentes colaboradores, sendo:

I - Docentes permanentes: docentes com vínculo empregatício com o IAPAR e que desenvolvam atividades de pesquisa, ensino e orientação, constituindo o núcleo principal de docentes do Programa;

II - Docentes visitantes: docentes ou pesquisadores funcionalmente vinculados a outras instituições, que sejam liberados, total ou parcialmente, das atividades correspondentes a tal vínculo para exercerem atividades de pesquisa, ensino e orientação no Programa;

III - Docentes colaboradores: docentes que não atendam a todos os requisitos para serem enquadrados como docentes permanentes ou como visitantes, mas que participem de forma sistemática de atividades do Programa, independentemente de possuir ou não vínculo com o IAPAR.


§ 2º O núcleo de docentes permanentes do Programa deverá ser constituído por, no mínimo, 90% (noventa por cento) de pesquisadores do IAPAR.


Art. 13 Competências dos membros do Corpo Docente de cada Área de Concentração:

I - desenvolver atividades de pesquisa ou ensino, responsabilizando-se por ministrar disciplinas constantes do currículo da Área de Concentração, quando for o caso;

II - exercer a orientação acadêmica de alunos e orientar e/ou co-orientar os trabalhos de Dissertação;

III - participar das reuniões convocadas pelo Coordenador do Conselho da Área de Concentração ou por 2/3 (dois terços) dos membros do Corpo Docente da Área de Concentração;

IV - opinar junto ao Conselho da Área de Concentração a respeito do número de vagas para cada ano letivo;

V - opinar junto ao Conselho da Área de Concentração a respeito da admissão de novos alunos;

VI - participar da indicação dos três membros Docentes do Conselho de Área de Concentração respectivo;

VII - opinar sobre a designação dos responsáveis pelas disciplinas para cada período letivo;

VIII - participar da indicação dos Orientadores, a serem designados pelo Coordenador do Conselho da Área de Concentração;

IX - elaborar, sob a coordenação do Conselho da Área de Concentração, as ementas de cada disciplina e a estrutura curricular da Área de Concentração, para deliberação do Comitê de Pós-Graduação;

X - cumprir e fazer cumprir, no âmbito de sua competência, este Regimento e as normas e disposições pertinentes.


Art. 14 Os candidatos ao credenciamento como docentes no Programa de Mestrado em Agricultura Conservacionista deverão ser indicados pelos representantes dos respectivos Conselhos das Áreas de Concentração.

§ 1º O candidato deverá possuir título de doutor obtido em instituições reconhecidas pela CAPES ou revalidado, quando obtido em instituições estrangeiras.

§ 2º O candidato deverá possuir curriculum vitae atualizado na Plataforma Lattes e registro como pesquisador no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq.

§ 3º O representante do Conselho da Área de Concentração deverá encaminhar ao Comitê de Pós-Graduação a proposta de credenciamento do docente, anexando ofício sobre a necessidade do credenciamento para a Área de Concentração, cópia do curriculum vitae gerado pela Plataforma Lattes (formato *.rtf), cópia do Grupo de Pesquisa, incluindo o candidato, e ementa e programa da(s) disciplina(s) de sua responsabilidade no Programa.

§ 4º O candidato deverá participar oficialmente de pelo menos 1 (um) Projeto de Pesquisa, aprovado no âmbito da Instituição.

§ 5º O candidato deverá possuir produção científica e tecnológica equivalente ou superior à definida, através de normatização interna, pelo Comitê de Pós-Graduação.

§ 6º O candidato, uma vez credenciado, deverá respeitar o Regulamento do Instituto Agronômico do Paraná, o presente Regimento e Normas Internas do Programa de Pós-Graduação em Agricultura Conservacionista.


Art. 15 O docente, para pleitear o seu recredenciamento junto ao Programa de Pós- Graduação, deverá cumprir as obrigações dispostas nos § 2º, § 4º, § 5º e § 6º do Art. 14.


Art. 16 O docente que não cumprir com as obrigações dispostas nos Artigos 14 e 15 deste Regimento poderá ser descredenciado do Programa, a critério do Comitê de Pós-Graduação e respectivos Conselhos das Áreas de Concentração.


CAPÍTULO VI - DO CORPO DISCENTE

Art. 17 O Corpo Discente de cada Área de Concentração será constituído por alunos nela admitidos e matriculados regularmente.


Art. 18 Cada aluno deverá cumprir, no âmbito de sua competência, o presente Regimento e as normas e disposições pertinentes.


CAPÍTULO VII - DA SECRETARIA GERAL

Art. 19 A Secretaria do Programa será conduzida por um(a) secretário(a) executivo(a) e terá as seguintes atribuições específicas, além das previstas na regulamentação pertinente à função:

I - divulgar a abertura de matrícula nas disciplinas oferecidas a cada semestre, receber inscrição de candidatos visando a seleção para ingresso no Programa de Pós-Graduação, registrar os alunos matriculados, e preparar e distribuir a cada professor as cadernetas de disciplinas;

II - receber a documentação, efetuar matrículas, organizar e manter atualizadas as fichas de registro dos alunos;

III - remeter aos professores-orientadores as qualificações semestrais de seus orientados;

IV - registrar os planos de curso de Dissertação de cada aluno, após aprovação pelo Colegiado do Programa;

V - organizar o boletim de notas e preparar os trabalhos de defesa de Dissertação;

VI - secretariar e redigir as atas das reuniões do Colegiado do Programa e das defesas de Dissertação;

VII - providenciar editais de convocação das reuniões do colegiado;

VIII - ter sob guarda e manter em dia o livro de atas, os pareceres dos processos, os fichários, a correspondência recebida e expedida e todo o material de expediente patrimonial;

IX - organizar processos para aprovação e registro de diplomas;

X - manter os corpos docente e discente informados sobre resoluções do Comitê de Pós-Graduação e dos órgãos superiores do IAPAR, pertinentes ao Programa de Pós-Graduação;

XI - colaborar com a Coordenação para o funcionamento do Programa de Pós-Graduação, em todas as suas atividades, com especial destaque à elaboração dos relatórios anuais, atas de Defesas de Dissertações e à tramitação da documentação acadêmica e realizar todo o trabalho próprio de funcionamento de uma Secretaria, não previsto nos itens anteriores.


CAPÍTULO VIII - DA ADMISSÃO NAS ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO

Art. 20 Para admissão nas Áreas de Concentração o candidato deverá satisfazer os seguintes requisitos:

a) possuir curso de graduação superior, com carga horária compatível com aquela de cursos de duração plena, cujos currículos contenham disciplinas relacionadas com a Área de Ciências Agrárias.

b) apresentar, quando solicitado e dentro dos prazos estabelecidos, a documentação pertinente;

c) ser aprovado em processo de seleção definido pelo Conselho da Área de Concentração.


Parágrafo único. O processo de seleção para o ingresso de alunos estrangeiros será definido pelo Comitê da PG-IAPAR.


Art. 21 A indicação do orientador será feita durante a seleção dos candidatos e deverá contar com a anuência do mesmo.


Art. 22 Poderá ser aceita a inscrição de aluno especial, desde que portador de certificado de conclusão de curso superior mediante avaliação e anuência do Comitê de Pós-Graduação.

§ 1º O aluno especial, no que couber, ficará sujeito às normas do aluno regular, sendo sua admissão condicionada à existência de vaga nas disciplinas pretendidas e à autorização dos docentes responsáveis.

§ 2º Ao aluno especial será vedada a matrícula em mais de duas disciplinas em um mesmo semestre.

§ 3º Ao aluno especial será permitida a matrícula em, no máximo, dois semestres consecutivos.


CAPÍTULO IX - DAS ATIVIDADES DE PÓS-GRADUAÇÃO

Art. 23 O Programa de Pós-Graduação compreenderá atividades em disciplinas, tanto na área de concentração quanto nos domínios conexos, seminários, realização de exame de suficiência em língua estrangeira e atividades de pesquisa e de Dissertação, as quais estão definidas neste Regimento.


Parágrafo único. Será obrigatória a matrícula na disciplina de Atividade de Pesquisa nos períodos em que o aluno estiver matriculado no Programa, exceto naquele em que tiver trancamento de matrícula concedido pelo Comitê de Pós-Graduação.


Art. 24 Cada aluno terá um orientador e um co-orientador, aprovados pelo Conselho da Área de Concentração.

§ 1º O Orientador deverá fixar o programa de estudos do aluno, acompanhar e avaliar sua atividade de pesquisa, responsabilizando-se integralmente pelo seu desempenho.

§ 2º O co-orientador poderá ser um docente da Pós-Graduação do IAPAR ou um pesquisador científico do IAPAR, com título de Doutor. Poderá ser ainda um pesquisador ou professor universitário externo, com título de Doutor, que não faça parte do corpo docente do IAPAR.

§ 3º O co-orientador será indicado conjuntamente pelo orientador e pelo orientado.

§ 4º A mudança de orientador poderá ocorrer por solicitação oficial de uma das partes interessadas ao Conselho da Área de Concentração, mediante justificativa, e caso aprovada, deverá ser ratificada pelo Comitê PG IAPAR.


Art. 25 O aproveitamento nas disciplinas, avaliado por provas, exames e trabalhos, será expresso pela atribuição de um dos seguintes conceitos:

I - De aprovação

A - Ótimo (9,0 a 10,0)

B - Bom (7,5 a 8,9)

C - Regular (6,0 a 7,4)

AP - Aprovado (específico para disciplina Pesquisa)

Seminários (Conceito como outras disciplinas)


II - De reprovação: D (inferior a 6,0)


Parágrafo único. Os seguintes indicadores poderão ser atribuídos:

I - Incompleto: conceito ao aluno que, por motivo aceito pelo responsável pela disciplina, não tiver completado todos os requisitos da atividade correspondente, devendo obrigatoriamente ser substituído por um dos outros conceitos estipulados neste artigo, no prazo máximo de 3 (três) meses, contados a partir do término do período letivo.

J - Trancamento justificado: atribuído pelo Comitê ao aluno que desistir de uma disciplina com justificativa aceita pelo Conselho da Área de Concentração e Orientador.

T - Transferido: atribuído às disciplinas cujos critérios foram transferidos de outra instituição, pela análise do Conselho da Área de Concentração, não podendo ultrapassar a 1/3 (um terço) do total de créditos mínimos exigidos neste Regimento.


Art. 26 O aluno terá direito a desistir da matrícula em disciplina até, no máximo, 30 (trinta) dias após o início da mesma ou, no máximo, 25% (vinte e cinco por cento) da carga horária nas disciplinas concentradas.


Art. 27 O aluno de Mestrado deverá completar o mínimo de 89 (oitenta e nove) créditos, sendo 29 (vinte e nove) créditos em disciplinas e trabalhos e 60 (sessenta) créditos em Dissertação.

§ 1º Dentro do limite mínimo de créditos por disciplinas e trabalhos (29), o número de créditos por trabalhos será, no mínimo, de 5 (cinco) e por disciplinas será, no mínimo, 24 (vinte e quatro) créditos distribuídos entre disciplinas obrigatórias e optativas das áreas comum e de concentração ou de domínio conexo.

§ 2º Consideram-se trabalhos as atividades de natureza científica ou técnico-científica realizadas pelo aluno, isoladamente ou em equipe.

§ 3º No item trabalhos poderão ser computadas, a critério do Conselho da Área de Concentração e anuência por escrito do orientador, as seguintes atividades:

a) artigo científico submetido a revista científica, com corpo editorial reconhecido, e que contenha dados e interpretações inéditos da linha de pesquisa que integra o Projeto de Dissertação do aluno (4 créditos).

b) participação em Evento Científico com publicação, com anuência por escrito do orientador, de trabalho completo, resumo ou resumo expandido nos Anais do Evento com ISBN (1 crédito), com dados e interpretações inéditos da linha de pesquisa que integra o Projeto de Dissertação do aluno, limitado a 2 (dois) créditos.

c) artigo de revisão científica submetido a revista científica, com corpo editorial reconhecido, analisando e discutindo trabalhos publicados sobre assuntos relacionados à linha de pesquisa que integra o Projeto de Dissertação do aluno (2 créditos).

d) capítulo de livro com ISBN, sistematizando conhecimento sobre assunto relacionado à linha de pesquisa que integra o Projeto de Dissertação do aluno (2 créditos).

e) Boletim ou Manual Técnico com fundamento científico visando a divulgação de conhecimentos da linha de pesquisa que integra o Projeto de Dissertação do aluno (1 crédito).

f) outras formas de publicações ou atividades, não contempladas no presente Regimento, que o orientador julgar relevante para a formação do aluno (1 crédito).


Art. 28 Cada 15 (quinze) horas de aula ou de atividades corresponderão a 1 crédito.

§ 1º As atividades realizadas como disciplinas de adaptação ou de nivelamento não receberão crédito.

§ 2º A disciplina Seminários terá caráter obrigatório, sendo que o aluno deverá cursar dois semestres, recebendo 1 crédito a cada semestre.

§ 3º A disciplina Pesquisa terá caráter obrigatório, sendo que o aluno deverá cursar quatro semestres, recebendo 1 crédito a cada semestre.

§ 4º A disciplina Dissertação terá caráter obrigatório, sendo que o aluno deverá cursar quatro semestres, recebendo 15 créditos a cada semestre.

§ 5º Participação no Estágio Docência, previamente autorizado pelo Conselho da Área de Concentração, que, pelo seu conteúdo, diga respeito às atividades do aluno (3 créditos).


Art. 29 O aproveitamento do aluno em disciplinas será expresso por um conceito global, que deverá ser igual ou superior a B.


Parágrafo único. O conceito global será calculado pela média dos conceitos obtidos nas disciplinas, considerando A = 3,0, B = 2,0, C = 1,0.


Art. 30 A frequência às aulas e demais atividades de uma disciplina será obrigatória, sendo reprovado o aluno que faltar a mais de 25% (vinte e cinco por cento).


Art. 31 Será desligado do Programa o aluno que tiver seu conceito global inferior ao conceito B (menor que 2,0), ou 2 (dois) conceitos C durante o Curso.

§ 1º O conceito D em qualquer disciplina implicará em desligamento do aluno do Curso.

§ 2º O aluno que não se matricular na disciplina de Atividade de Pesquisa será desligado do Programa.

§ 3º O Orientador poderá propor ao Conselho da Área de Concentração o desligamento do aluno com base no seu desempenho em atividades de pesquisa.


Art. 32 Como documento de matrícula de Mestrado, o aluno deverá submeter um Plano de Dissertação ao Conselho da Área de Concentração, o qual verificará a pertinência do tema, a capacidade de integrar conhecimentos para o seu desenvolvimento.

§ 1º No primeiro semestre do curso o aluno de Mestrado deverá entregar, para análise do respectivo Conselho, o seu Projeto de Dissertação, que deverá conter Título, Resumo, Introdução, Objetivo, Revisão Bibliográfica, Material e Métodos, Literatura Citada e Cronograma de Execução.

§ 2º O Projeto deverá ser encaminhado pelo orientador com concordância dos seguintes setores do IAPAR: Coordenador de Área de Especialidade do tema, Líder de Programa de Pesquisa do qual o Projeto faz parte e Diretor Técnico-Científico, para análise e aprovação de acordo com as diretrizes e prioridades de pesquisa do IAPAR.

§ 3º No caso de não aprovação do Projeto de Pesquisa proposto, o Conselho de Área de Concentração deverá encaminhá-lo para modificações e/ou justificativas, com prazo máximo de 60 (sessenta) dias para reapresentação do Projeto reformulado ou de um novo Projeto.

§ 4º O orientador poderá submeter ao Conselho da Área de Concentração pedido de alteração ou substituição do Projeto de Pesquisa.


Art. 33 O aluno de Mestrado deverá demonstrar proficiência em inglês, por exame escrito, conforme estabelecido pelo Comitê.

§ 1º O aluno reprovado no exame de proficiência terá mais uma oportunidade de prestar o exame, em um prazo estabelecido pelo Comitê; em caso de nova reprovação, o aluno será desligado do Programa.

§ 2º A proficiência em inglês poderá ser demonstrada por comprovante de aprovação em testes aceitos pelas agências oficiais de fomento (CAPES e CNPq).


Art. 34 O aluno deverá defender, perante Banca Examinadora, Dissertação que represente trabalho original, escrito em língua portuguesa ou inglesa.

§ 1º Juntamente com os exemplares da versão não definitiva da Dissertação de Mestrado, o aluno deverá encaminhar à Secretaria de Pós-Graduação os documentos nos prazos normatizados.

§ 2º O aluno somente poderá ir para defesa quando toda a documentação exigida, por meio de normas específicas, esteja analisada e aprovada pelo Conselho da Área de Concentração.


Art. 35 A defesa da Dissertação será feita em sessão pública, em local e hora previamente divulgados, perante Banca Examinadora composta por 3 (três) membros titulares e 2 (dois) suplentes, todos com título de doutor.

§ 1º O co-orientador poderá fazer parte da Banca Examinadora somente como suplente do orientador.

§ 2º Pelo menos 2 (dois) dos membros da Banca Examinadora de Defesa de Dissertação de Mestrado, um titular e um suplente deverão ser elementos externos ao IAPAR.

§ 3º A Banca Examinadora emitirá parecer escrito, na forma de Ata, devendo a aprovação da Dissertação ser feita pela maioria simples dos membros da Banca.

§ 4º No caso de aprovação, o candidato receberá o título de Mestre em Agricultura Conservacionista, nas áreas de concentração de Genética, Melhoramento e Biotecnologia Vegetal; Produção e Proteção Vegetal ou Manejo Conservacionista de Recursos Naturais.


CAPÍTULO X - DA CONCESSÃO DE TÍTULOS ACADÊMICOS

Art. 36 Para obtenção do título serão necessários:

a) mínimo de 89 (oitenta e nove) créditos concluídos, em disciplinas, trabalhos e Dissertação;

b) 4 (quatro) créditos obtidos na disciplina Pesquisa;

c) aprovação no Exame de Língua Inglesa;

d) conceito global igual ou superior a B;

e) aprovação de Dissertação, por meio de defesa em sessão pública;

f) entrega na Secretaria de Pós-Graduação, em prazos estabelecidos por normas específicas, de original da versão definitiva da Dissertação, atendidas as recomendações da Banca Examinadora.


Art. 37 O prazo máximo para a entrega da Dissertação não definitiva para a aprovação do respectivo Conselho será de 24 (vinte e quatro) meses e o aluno terá prazos estabelecidos por normas específicas para a entrega da versão definitiva da Dissertação.

§ 1º O prazo máximo mencionado no "caput" deste Artigo será determinado a partir do início do curso.

§ 2º O aluno que não cumprir o mínimo de 89 (oitenta e nove) créditos em disciplinas e trabalhos no prazo de 24 meses, estará automaticamente desligado do Programa.

§ 3º No caso dos alunos com créditos convalidados pelo Comitê de Pós-Graduação, o prazo máximo mencionado no "caput" deste artigo retroage à data de início dos créditos convalidados.

§ 4º O Comitê de Pós-Graduação poderá autorizar o trancamento temporário de matrícula em casos especiais, plenamente justificados pelo orientador e com anuência do Conselho de Área de Concentração.

§ 5º O trancamento, se concedido, não poderá exceder 6 (seis) meses consecutivos, e só poderá ser requerido a partir do segundo semestre letivo.

§ 6º O período em que o aluno estiver com matrícula trancada não será computado no prazo estabelecido no "caput" deste Artigo.


CAPÍTULO XI - DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 38 Este Regimento aplica-se aos alunos regularmente matriculados no Programa de Pós-graduação em Agricultura Conservacionista.


Art. 39 Os casos omissos no presente Regimento serão avaliados e deliberados pelo Comitê de Pós-Graduação.


Aprovado pela Resolução nº 1.617/2012 de 15 de outubro de 2012.

Biblioteca: Caracterização do acervo

A biblioteca do IAPAR foi criada em 1972, juntamente com o Instituto, e está localizada na sede em Londrina, o que facilita o acesso às suas dependências físicas. Encontra-se interligada com a rede computacional do IAPAR o que possibilita o acesso remoto às informações da base de dados.

Atualmente, o acervo é composto por cerca de 25.000 títulos de livros, com duas bases de dados internacionais, sendo uma delas referencial e outra para acesso de mais de 1.300 periódicos on-line, ambas com acesso irrestrito partindo da rede do IAPAR. Adicionalmente, são mais de 300 periódicos de acesso físico, nas dependências da biblioteca. As áreas de concentração do acervo são as Ciências Agrárias e Veterinárias, entretanto, diversas publicações também se relacionam com as áreas de Humanas, Sociais e Exatas, ampliando a especialização da Biblioteca. O acervo da biblioteca é constantemente atualizado com novas publicações, utilizando-se de orçamento próprio do IAPAR, de recursos captados por fontes externas e da prestação de serviços, sendo realizado planejamento anual das necessidades e aquisições.

Laboratório para pesquisa - recursos disponíveis:

Há 20 laboratórios instalados na sede do IAPAR abrangendo as áreas de bacteriologia e virologia, biotecnologia vegetal, controle biológico de nematóides, diagnóstico em fitossanidade vegetal, engenharia agrícola, entomologia, física de solos, fisiologia vegetal, fitopatologia, herbologia, manejo ecológico de pragas, micologia, microalgas, microbiologia animal, microbiologia de solos, nematologia, parasitologia animal, patologia de sementes, sementes, solos e tecido vegetal, além de 20 casas de vegetação e 23 telados.

Os laboratórios,vinculados às Áreas Técnicas, apóiam os Programas de Pesquisa e possuem suas equipes com responsáveis técnicos, os quais respondem pela sua utilização. Os equipamentos dos laboratórios são freqüentemente atualizados através de recursos próprios, de editais públicos, de recursos provenientes de projetos de pesquisa ou, ainda, oriundos da prestação de serviços à comunidade. Nos últimos anos houve um aporte importante de recursos para equipamentos e infra-estrutura por meio do Programa PAC/OEPAS (Organização Estaduais de Pesquisa Agropecuária).

Cooperação e intercâmbio

Atualmente, o IAPAR possui diversos acordos de cooperação técnica e científica com instituições nacionais e internacionais. As principais instituições de ensino e pesquisa que possuem convênio e intercâmbio com o IAPAR são:


- CIRAD - FRANÇA: o principal objetivo é estabelecer a transferência pelo IAPAR ao CIRAD-BIOS dos materiais biológicos representados por frutos inteiros em vários estágios de maturação do Coffea arabica cv IAPAR-59 e Coffea canephora cv 2 4 I-6 para o fim específico de pesquisa no projeto PUCECAFE. Além disso, há um programa de colaboração científica entre as duas instituições em fisiologia molecular e genética, e estudos em maturação de frutos, modificação genética e fatores ligados a qualidade de bebida e tolerância ao estresse hídrico do cafeeiro;


- EEAOC - Argentina (Estacion Experimental Agroindustrial Obispo Colombres): o objetivo é desenvolver atividades de cooperação relacionadas com pesquisas e capacitação técnico-científica. Um dos principais projetos desenvolvidos entre as duas instituições é o “Estudo da transmissão da bactéria Xylella fastidiosa, agente causal da Clorose Variegada dos Citros (CVC), por sementes de citros (Citrus spp.)”;


- INTA - Argentina: estabelecer as condições para a transferência pelo IAPAR ao INTA das cultivares de feijão IPR Gralha, IPR Tiziu, IPR Graúna, IPR Uirapuru, para o fim específico de pesquisa científica que consiste no estudo do desempenho agronômico dessas cultivares na Argentina;


- JICA - Japão: estabelecer as relações de complementação e de cooperação científica e tecnológica na execução do projeto “Desarrollo de la Cafecultura como Alternativa Agrícola” na província Ichilo, departamento de Santa Cruz, Bolívia (“Caficultura Amigable con la Naturaleza”) para agricultores familiares sem capital e tecnologia, buscando o bem estar da comunidade em um modelo tecnológico sustentável;


- Rothamsted - Reino Unido: desenvolver cooperação e colaboração em atividades de educação e desenvolvimento científico;


- Universidade de Buenos Aires: desenvolver cooperação e colaboração em atividades de educação e desenvolvimento científico;


- Universidade da Flórida / FAPEAGRO: desenvolver esforços cooperativos entre Universidade da Flórida, IAPAR e FAPEAGRO, visando incrementar o intercâmbio de pesquisa entre as instituições;


- Universiy of Bonn - Institute of Organic Agriculture - Alemanha: promover a cooperação científica e tecnológica envolvendo atividades de pesquisa conjunta. Além disso, nessa parceria está prevista o intercâmbio de pós-graduandos, pesquisadores e docentes entre as instituições.


Além disso, o IAPAR proporciona o aperfeiçoamento profissional a estudantes de cursos de graduação e pós-graduação com diversas instituições de ensino como a Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Pontíficia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Universidade Paranaense (UNIPAR), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), Centro Educacional Campo Mourão e Centro Universitário Filadélfia.

Financiamentos:

Regularmente o IAPAR tem sido contemplado com financiamentos da FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos, ligada ao MCT, como apoio suplementar a projetos, principalmente quanto a infraestrutura física. No edital FINEP/CT-INFRA PROINFRA 01/2006/146 o Instituto foi contemplado com a estruturação do setor de recursos genéticos vegetais para desenvolvimento tecnológico, com recursos do montante de R$ 420.000,00. Em 2008, o edital MCT/FINEP/Ação Transversal PRO-INFRA 01/2007/109 possibilitou recursos da ordem de R$ 665.385,00 para estruturar o Centro de Pesquisas e Informações Agrometeorológicas do Paraná (CPIAGRO), com a construção na sede do IAPAR, com capacidade para alocar a equipe, bolsistas, professores, estudantes e pesquisadores visitantes.

Além disso, a contemplação com estes recursos possibilitou dotar o referido Centro com equipamentos, estrutura computacional e de comunicação para geração de produtos e difusão tecnológica à comunidade. O Edital FINEP/CT-INFRA-PROINFRA 01/2008 garantiu recursos para a construção da estrutura física do laboratório de solos e tecidos de plantas, visando atender as principais linhas de pesquisas nesta área, em todas as regiões do estado do Paraná com repasse total de R$ 374.400,00. O Edital MCT/FINEP/CT-INFRA-PROINFRA 01/2009 garantiu recursos de R$ 960.876,00 para a estruturação da rede automatizada de estações agrometeorológicas, atualizando a estrutura já desenvolvida pelo Instituto, garantindo melhorias tecnológicas, confiabilidade nos dados coletados e segurança quanto sua aferição.

Alem da FINEP, o IAPAR vem contando regularmente com apoio financeiro da SETI (Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior), Fundação Araucária (Fundação Estadual de Apoio à Pesquisa), Embrapa, Petrobrás, Itaipu Binacional, Copel, PAC/OEPAS, Ministérios (MAPA, MDA e MDS) principalmente através da submissão de projetos à estas instituições. Outra fonte importante são convênios internacionais tais como a Universidade da Florida, União Européia, FAO, dentre outros. Prestação de serviços, desenvolvimento de projetos de pesquisa em conjunto com empresas nacionais e recebimento de royalties por licenciamento de cultivares têm sido iniciativas comuns no IAPAR e que geram recursos para financiamento da pesquisa. Nos últimos anos o instituto tem também acessado recursos de emendas parlamentares da bancada do Paraná visando fortalecer estruturas de apoio à pesquisa.

Informações Adicionais:

O IAPAR é o órgão oficial do Estado do Paraná que detém acervo de competência técnica no âmbito de sua finalidade básica, que é a pesquisa científica e tecnológica para o desenvolvimento rural do Estado do Paraná. Tal capacidade técnica tem sido demonstrada na participação ativa do Instituto, tanto na formulação como na implementação de políticas públicas para o Estado. Neste aspecto, como órgão receptor de demandas, tem identificado oportunidades competitivas, contribuindo para a inovação de produtos e processos, em nível nacional e internacional. O embasamento científico e tecnológico a planos e programas governamentais tem garantido o desenvolvimento de áreas estratégicas para o agronegócio, agroenergia, segurança alimentar, desenvolvimento rural e ambiente.

O IAPAR mantém relacionamento e interação constantes com instituições de ensino superior (IES) para o desenvolvimento das atividades de pesquisa. Desde 2009, participa do Programa de Pós-Graduação em Bioenergia, da Universidade Estadual de Londrina, sendo uma das instituições que integram a Associação em Rede (tipologia adotada pela CAPES) do Curso Mestrado Acadêmico em Bioenergia, recomendado pela CAPES (conceito 3), com um pesquisador do Instituto (Dr. Paulo Henrique Caramori, PhD) como professor credenciado no programa. Além disso, um pesquisador do IAPAR também integra a Comissão Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular da Universidade Estadual de Londrina. O apoio a estudantes, pesquisadores, pesquisadores visitantes (de instituições nacionais e internacionais), bolsistas, entre outros, é inerente aos objetivos do IAPAR.

Atualmente, são 212 estudantes em diversos níveis que integram os projetos do Instituto principalmente nas áreas de Solos, Proteção de Plantas, Fitotecnia, Melhoramento Genético e Ecofisiologia. Os projetos desenvolvidos têm abrangência local, regional, nacional e internacional, e os pesquisadores vinculados participam em eventos como palestrantes, instrutores e orientadores. Nesse sentido, o IAPAR conta, atualmente, com a participação direta de cerca de 30 estudantes de Mestrado e Doutorado, de diferentes cursos e universidades, abrangendo Microbiologia, Química, Agronomia, Bioenergia, Tecnologia de Alimentos e Zootecnia. O Programa de Iniciação Científica (PIBIC) do IAPAR completou 20 anos e conta, anualmente, com 70 alunos de graduação participando em projetos de pesquisa. A capacidade institucional do IAPAR para trabalhar em rede com outras entidades estaduais ou de outros estados, e mesmo do exterior, e a interação com produtores tem garantido o foco de suas pesquisas nos sistemas produtivos.

Além dessa inserção no sistema produtivo, o Instituto também faz parte do Sistema Nacional e Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, interagindo com outras instituições científicas das áreas agrícola ou correlatas, tais como, EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Institutos Estaduais de Pesquisa Agropecuária), Universidades nacionais e internacionais, MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia), MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário), MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), CIRAD (Centro de Cooperação Internacional de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento-França), etc. No Estado, se articula com as Universidades (UEL-Universidade Estadual de Londrina, UEPG-Universidade Estadual de Ponta Grossa, UEM-Universidade Estadual de Maringá, UFPR-Universidade Federal do Paraná, UNIOESTE-Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNICENTRO-Universidade Estadual do Centro-Oeste, etc.) e com a própria SETI (Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior), participando ativamente da Fundação Araucária (Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná), com a atuação de seus pesquisadores nas estruturas permanentes e de apoio em Comitês de Avaliação.

MANEJO CONSERVACIONISTA DOS RECURSO NATURAIS Linhas de Pesquisa

iapar Relações solo-planta-ambiente

Descrição: Estudo das relações solo-planta-atmosfera, envolvendo fluxos de água e nutrientes no solo, balanço hídrico, evapotranspiração, o tempo e o clima como insumos de produção sustentável, ambientes climáticos modificados, proteção de plantas contra eventos extremos, mitigação de efeitos do aquecimento global e zoneamento agroclimático.

iapar Uso e manejo do solo, nutrientes e microrganismos

Descrição: Avaliação do uso do solo com sistemas de manejos conservacionistas e suas contribuições para manutenção dos recursos naturais, por meio do aumento na produção de biomassa vegetal e seus efeitos na atividade microbiana, proteção da superfície terrestre contra os processos erosivos, redução potencial dos processos de degradação do solo, aumento da ciclagem de nutrientes e efeitos no rendimento das culturas subsequetes.

iapar Dinâmica da matéria orgânica do solo e ciclagem microbiana

Descrição: Dinâmica do C no sistema solo-planta-atmosfera. Matéria orgânica do solo em função de seu manejo e de sua fertilidade química. Variações na fertilidade química do solo e suas conseqüências nas entradas e saídas de C do sistema.

Relações entre matéria orgânica do solo e disponibilidade de nutrientes em sistema plantio direto. Aporte e reciclagem de resíduos orgânicos no solo. Seqüestro de C pelo solo.

iapar Qualidade físico-química-biológica do solo e ambiente

Descrição: Os recursos naturais estão submetidos aos processos de degradação do solo. Dentre estes, os que mais ameaçam a sustentabilidade dos recursos naturais estão o uso do solo, desmatamento e sistemas de cultivo.

Assim, a avaliação da qualidade físico-químico-biológica do solo contribui para prevenir a degradação e adaptar os sistemas de manejo de forma sustentável considerando as funções básicas do solo: fornecimento de água e nutrientes, resistência e resiliência à degradação física do solo e sustentar o crescimento das plantas sobre manejo apropriado.

PRODUÇÃO E PROTEÇÃO VEGETAL Linhas de Pesquisa

iapar Sistemas de produção conservacionista

Descrição: Esta linha de pesquisa se propõe ao estudo, análise, aperfeiçoamento e desenvolvimento de tecnologias e práticas culturais de cultivos perenes e anuais para geração de sistemas agrícolas sustentáveis visando à elaboração e execução de projetos relacionados à produção de espécies agrícolas.

iapar Sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta

Descrição: O principal objetivo nessa linha de pesquisa é estudar as relações entre o meio ambiente, as culturas agrícolas, o componente arbóreo e as plantas forrageiras com diferentes práticas de manejo.

Tal linha de pesquisa inclui: i) avaliação de forrageiras (gramíneas, leguminosas e/ou misturas) mais promissoras e adaptadas às diferentes regiões brasileiras; ii) otimização dos níveis de adubação e de manejo (corte e/ou pastejo) para utilização eficiente da forragem produzida; iii) desempenho e bem-estar animal; iv) desempenho de cultivos agrícolas e florestais; e v) qualidade do solo quanto às características químicos e físicas.

iapar Manejo integrado de pragas e doenças

Descrição: A integração de diferentes métodos de controle, priorizando a utilização daqueles com menor impacto ambiental e maior viabilidade econômica, tem sido almejada para solucionar os problemas fitossanitários, contornando os efeitos danosos do uso excessivo e indiscriminado de agrotóxicos.

Pesquisas na linha do Manejo Integrado de Pragas e Doenças (MIPD) buscam gerar alternativas de grande eficiência na redução dos prejuízos causados por artrópodes e fitopatógenos à agricultura, porém com impactos socioambientais relativamente baixos.

Entre as principais estratégias estão: o estudo da resistência de plantas a pragas e patógenos; métodos de controle biológico; desenvolvimento de práticas agrícolas e manejo do ambiente que proporcionem a conservação e aumento dos inimigos naturais; aplicação racional de agrotóxicos; uso de semioquímicos; controle físico, entre outros.

GENÉTICA, MELHORAMENTO E BIOTECNOLOGIA VEGETAL Linhas de Pesquisa

iapar Caracterização, avaliação, conservação e documentação de recursos genéticos vegetais

Descrição: A conservação dos recursos genéticos e o conhecimento da variabilidade genética têm permitido identificar germoplasma de maior potencial para transferência de alelos de características de interesse para serem introgredidos e piramidados em cultivares adaptadas as condições edafoclimáticas do Paraná.

Ações inerentes a conservação, caracterização, avaliação, documentação e conseqüentemente ao uso de recursos genéticos vegetais proporcionam o avanço das pesquisas relacionadas ao desenvolvimento de novas cultivares de espécies econômica e socialmente importantes para o Paraná, bem como o desenvolvimento de pesquisas com espécies potenciais que possibilitam a inclusão de novas culturas no sistema produtivo do Estado.

iapar Genética quantitativa aplicada ao melhoramento de plantas

Descrição: Utilização de dados gerados nos programas de melhoramento de plantas no IAPAR e em outras instituições brasileiras, buscando obter estimativas de parâmetros genéticos, fenotípicos e de interação genótipo-ambiente, que venham a auxiliar os melhoristas nas tomadas decisões para direcionamento dos programas de melhoramento das mais diferentes espécies cultivadas.

iapar Melhoramento genético de plantas anuais e perenes

Descrição: Melhoramento genético de espécies anuais e perenes de importância econômica e social para o Estado, com ênfase no desenvolvimento de cultivares com ampla adaptação, alto potencial de rendimento, resistência a fatores bióticos e abióticos adversos, mais eficientes na absorção, translocação e uso de nutrientes e produtos com boas características, comerciais, tecnológicas e nutricionais.

Outro enfoque dos programas de melhoramento é a ampliação da base genética das cultivares, contribuindo para diminuir a vulnerabilidade genética das espécies cultivadas. Estudos que contribuem para o avanço do conhecimento científico, visando auxiliar os programas de melhoramento também são executados, como estimativas de parâmetros genéticos e fenotípicos, ganhos na seleção e diversidade genética.

iapar Biotecnologia vegetal e genômica aplicada

Descrição: Ferramentas biotecnológicas como a genômica estrutural e funcional, a produção de plantas transgênicas, o desenvolvimento e a utilização de marcadores moleculares para auxiliar a seleção de genótipos superiores e a avaliação de expressão gênica abrem novas perspectivas ao melhoramento convencional, proporcionando a rápida incorporação e seleção de características desejáveis às espécies cultivadas.

Através da utilização dessas estratégias, esta linha de pesquisa pretende integrar esforços e ampliar ações interdisciplinares a fim assegurar maior sustentabilidade na produção de culturas de importância econômica no agronegócio do Paraná e do país, através da diminuição dos danos causados pela disponibilidade limitada de água e nutrientes ou pela ação de fitopatógenos.

Esses trabalhos terão grande interface com os novos avanços em genética, fisiologia vegetal, biologia molecular, bioinformática e genômica.

Genética, Melhoramento e Biotecnologia Vegetal
Nome Disciplinas Ministradas Titulação Tipo Lattes

Deoclécio Domingos Garbuglio

Experimentação agrícola e softwares aplicados

Melhoramento de plantas visando tolerância a estresses abióticos

Doutorado Permanente Lattes

Gustavo Hiroshi Sera

Métodos de melhoramento de plantas

Melhoramento de espécies perenes e de propagação vegetativa

Doutorado Permanente Lattes

Juarez Pires Tomaz

Genética molecular

Biologia molecular aplicada ao melhoramento vegetal

Doutorado Permanente Lattes

Maria Brígida dos Santos Scholz

Qualidade tecnológica aplicada a linhagens e cultivares no melhoramento genético

Doutorado Permanente Lattes

Vania Moda Cirino

Métodos de melhoramento de plantas

Genética e melhoramento de plantas autógamas

Doutorado Permanente Lattes
Manejo Conservacionista dos Recursos Naturais
Nome Disciplinas Ministradas Titulação Tipo Lattes

Cezar Francisco Araújo Junior

Biofísica e mecânica do solo

Agricultura conservacionista

Doutorado Permanente Lattes

Diva De Souza Andrade

Microbiologia dos agroecossistemas

Métodos moleculares em microbiologia

Doutorado Permanente Lattes

Graziela Moraes de Cesare Barbosa

Manejo e conservação do solo e da água

Agricultura conservacionista

Doutorado Permanente Lattes

Heverly Morais

Agrometeorologia

Doutorado Permanente Lattes

Luiz Antônio Zanão Júnior

Manejo conservacionista da fertilidade do solo

Agricultura conservacionista

Doutorado Permanente Lattes

Mario Miyasawa

Biogeoquímica da matéria orgânica do solo

Doutorado Colaborador Lattes

Paulo Henrique Caramori

Agrometeorologia

Doutorado Permanente Lattes

Renato Yagi

Biogeoquímica da matéria orgânica do solo

Agricultura conservacionista

Doutorado Colaborador Lattes
Produção e Proteção Vegetal
Nome Disciplinas Ministradas Titulação Tipo Lattes

Adeney de Freitas Bueno

Manejo integrado de pragas

Doutorado Permanente Lattes

Alceu Luiz Assmann

Integração lavoura-pecuária-floresta.

Doutorado Permanente Lattes

Andressa Cristina Zamboni Machado

Microrganismos fitopatogênicos

Métodos em fitopatologia

Manejo integrado de doenças de plantas

Doutorado Permanente Lattes

Getúlio Takashi Nagashima

Fisiologia da produção vegetal

Doutorado Permanente Lattes

Laíse da Silveira Pontes

Integração lavoura-pecuária-floresta

Agricultura conservacionista

Doutorado Permanente Lattes

Rubia de Oliveira Molina

Manejo integrado de doenças de plantas

Métodos em fitopatologia

Microrganismos fitopatogênicos

Doutorado Colaboradora Lattes

Rui Pereira Leite Junior

Microrganismos fitopatogênicos

Métodos em fitopatologia

Manejo integrado de doenças de plantas

Doutorado Permanente Lattes

DISCIPLINAS COMUNS À TODAS A ÁREAS

Agricultura conservacionista

Docentes

- Cezar Francisco Araújo Junior

- Graziela Moraes de Cesare Barbosa

- Laíse da Silveira Pontes

Carga Horária

- 90 horas

Créditos

- 6 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Análise Sócio-econômica e Ambiental do Desenvolvimento da Agricultura.

Revolução Verde.

Agricultura Convencional x Agricultura Conservacionista.

Escolas de Agricultura com Base Ecológica - Conceitos e Princípios;

Agricultura Orgânica – Legislação, Normas de Produção, Certificação e Mercado.

Diversificação e manejo integrado de sistemas agrícolas produtivos e suas interações:

- solo,

- água,

- planta,

- ambiente,

- homem,

- fitopatógenos,

- artrópodes (pragas e inimigos naturais),

- plantas invasoras,

- biodiversidade,

- fatores climáticos.

Experimentação agrícola e softwares aplicados

Docentes

- Deoclécio Domingos Garbuglio

Carga Horária:

- 60 horas

Créditos:

- 4 Créditos

Obrigatória:

- Sim

Ementa

Estimação de parâmetros; Amostragem;

Softwares aplicados na experimentação agrícola;

Princípios de programação em ambientes SAS e R;

Estatística descritiva;

Testes para comparação de médias; Princípios de experimentação;

Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC);

Delineamento em Blocos casualizados (DBC);Experimentos fatoriais;

Análise de Grupos de Experimentos;

Experimentos em parcelas subdivididas;

Correlações e Regressões.

Seminários

Docente

- Maria Brigida dos Santos Scholz

Carga Horária:

- 30 horas

Créditos:

- 2 créditos

Obrigatória:

- Sim

Ementa

Apresentação de projetos de pesquisa de todos os alunos do Curso de Mestrado em Agricultura Conservacionista.

Palestras e discussões de tópicos de pesquisa relacionados com o curso de mestrado ministradas por pesquisadores, professores e outros profissionais de instituições públicas e privadas.

MANEJO CONSERVACIONISTA DOS RECURSOS NATURAIS

Agrometeorologia

Docente

- Heverly Morais

- Paulo Henrique Caramori

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Ementa

Escopo da agrometeorologia, importância e relações com áreas correlatas. A atmosfera terrestre. Escalas dos fenômenos atmosféricos. Tempo e Clima. Elementos e fatores do clima. Fotoperíodo. Radiação solar e leis da radiação. Balanço de energia. Temperatura do ar e do solo, precipitação e umidade do ar, vento. Medição dos elementos meteorológicos: estações convencionais e automáticas. Estresse por adversidades/eventos extremos meteorológicos: geadas, granizo, chuvas e secas. Evaporação e evapotranspiração: conceitos, medidas e estimativas. Coeficiente de cultivo, balanço hídrico climatológico e de culturas e suas aplicações na agricultura. Índices biometeorológicos: graus-dia, índice de seca, horas de frio, estresse ambiental. Molhamento foliar. Fenologia vegetal. Crescimento e desenvolvimento vegetal. Análises de riscos climáticos e zoneamento agroclimático. Mudanças climáticas e cenários futuros.

Biofísica e mecânica do solo

Docente

- Cezar Francisco Araújo Junior

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Conceitos básicos em física do solo; sistema radicular das plantas: funções e interações com o solo; respostas das raízes às condições do solo e ao sistema de cultivo, plantas de cobertura e manejo de plantas daninhas; indicadores da qualidade física do solo; propriedades da água em relação a meios porosos; água no solo; disponibilidade de água às plantas; conteúdo e composição do ar do solo; movimento e trocas gasosas no sistema solo-planta-atmosfera; temperatura e fluxo de calor no solo; dinâmica do solo: tensão-deformação e resistência do solo; pressões estáticas de contato médias e pressões dinâmicas aplicadas na superfície do solo; distribuição de tensões no perfil do solo.

Biogeoquímica da matéria orgânica do solo

Docentes

- Renato Yagi

Carga Horária

- 60 Horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Sim

Ementa

Matéria orgânica do solo: introdução e conceitos. Dinâmica do carbono no sistema planta-solo-atmosfera. Decomposição de material orgânico e vias de síntese de substâncias húmicas. Compartimentos da matéria orgânica do solo. Compostos orgânicos aromáticos e alifáticos: recalcitrância e labilidade da matéria orgânica do solo. Mecanismos de síntese de complexos organo-minerais. Ligantes orgânicos e lixiviação de cátions. Substâncias não húmicas e húmicas da matéria orgânica e a reação e a capacidade de troca de cátions do solo. Matéria orgânica do solo, disponibilidade de nutrientes e conceito contemporâneo de fertilidade do solo. Fundamentos e princípios de análises químicas qualitativas da matéria orgânica do solo. Sistemas de manejo do solo e de culturas e seus impactos na matéria orgânica do solo.

Manejo conservacionista da fertilidade do solo

Docentes

- Luiz Antônio Zanão Júnior

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória

- Não

Ementa

Caracterização edafoclimática da região Tropical; o solo como um sistema aberto, reativo e biodinâmico; integração das práticas de manejo e sustentabilidade do solo no processo produtivo; avaliação da fertilidade do solo; relações entre a fertilidade e propriedades químicas, físicas e biológicas do solo; comportamento químico dos nutrientes no solo e os fatores que afetam sua disponibilidade para as plantas; reação do solo e sua correção; absorção e assimilação de nutrientes pelas plantas; recomendação de fertilizantes e corretivos para as principais culturas; reações de fertilizantes no solo e sua eficiência; construção e manutenção da fertilidade do solo em sistemas conservacionistas e qualidade do solo.

Manejo e conservação do solo e da água

Docente

- Graziela Moraes de Cesare Barbosa

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Sim

Ementa

Inter-relações entre erosão, manejo, qualidade do solo e sustentabilidade. Estrutura do solo: importância do sistema poroso; formação e estabilização dos agregados; manejo da estrutura do solo e seus efeitos. Erosão do solo: mecanismos da erosão hídrica; erosividade; erodibilidade; influência da paisagem; influência do uso e manejo; práticas de reconhecimento de problemas relacionados à erosão e ao planejamento conservacionista. Sistemas de preparo do solo: objetivos e efeitos; ação de implementos; manejo de resíduos. Qualidade do solo: fundamentos, indicadores e avaliação.

Microbiologia dos agroecossistemas

Docente

- Diva De Souza Andrade

Carga Horária

- 60 Horas

Créditos

- 4 créditos

Área de Concentração:

- Manejo conservacionista
dos recursos naturais

Obrigatória:

- Não

Ementa

O solo como base dos ecossistemas terrestres; ciclos biogeoquímicos. Mudanças na comunidade microbiana e processos microbianos do solo após alterações no ambiente. Efeito de xenobiontes na comunidade microbiana do solo. Microrganismos e processos microbianos como indicadores de qualidade de solo, impacto ambiental e monitoramento da recuperação de áreas degradadas. Técnicas moleculares no estudo da diversidade microbiana do solo. Estratégias de amostragem para estudos em microbiologicos. Métodos estatísticos em microbiologia. Discutir conceitos relativos a ecologia microbiana, envolvendo aspectos como densidade de comunidades, diversidade filogenética e funcional. Solo, comunidades microbianas do solo, interação entre raízes e micro-organismos, ciclos biogeoquímicos, matéria orgânica, micro-organismos e processos microbianos como indicadores de qualidade de solo, fixadores biológicos de nitrogênio, micro-organismos promotores de crescimento. Adicionalmente, pretende-se dar uma visão de como as teorias ecológicas desenvolvidas para animais e plantas se adéquam ao estudo de comunidades microbianas. A disciplina deverá proporcionar uma base teórico-prática sobre a resposta de comunidades microbianas à alterações do ambiente, com destaque para práticas agrícolas, que podem induzir alterações na estrutura de tais comunidades, influenciando na sustentabilidade agrícola.

Métodos moleculares em microbiologia

Docente

- Diva De Souza Andrade

Carga Horária

- 30 horas

Créditos

- 2 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

A seleção de micro-organismos de interesse na agricultura conservacionista, na maioria dos casos, ferramentas biotecnológicas são utilizadas para caracterização e identificação. Extração do DNA, reação em cadeia de polimerase (PCR), eletroforese em gel de agarose. Sequenciamento, análise filogenética. Leitura e interpretação de bancos de genes. Conhecimento básico de ferramentas da bioinformática.

PRODUÇÃO E PROTEÇÃO VEGETAL

Fisiologia da produção vegetal

Docente

- Getúlio Takashi Nagashima

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Estruturas celulares; desenvolvimento vegetal; totipotência e polaridade; padrões de diferenciação e juvenilidade; organogênese; ação hormonal; fitocromo; florescimento. Relações energéticas. Economia de água. Absorção e transporte de minerais. Fotossíntese. Respiração. Translocação. Fisiologia da nutrição mineral. Fisiologia dos reguladores vegetais. Fisiologia dos processos reprodutivos. Ação da luz na fotossíntese; fixação do CO2; fotorrespiração; fisiologia comparada; produtividade. Conceitos e fundamentos básicos do clima e solos aplicados em ecofisiologia. Caracterização dos ambientes de produção. Elementos meteorológicos que afetam o comportamento das plantas. Crescimento, desenvolvimento e potencial de produtividade das grandes culturas. Instrumentação em Ecofisiologia Vegetal: conceituação, aplicabilidade e manuseio de instrumentos medidores de relações hídricas, trocas gasosas e aproveitamento da luz e água em plantas cultivadas: câmara de pressão, psicrometria, analisador de gás por radiação infravermelha (IRGAs), fluorescência (medidor modulado e não modulado), conteúdo relativo de água, osmômetro, medidor de fluxo de seiva. Manipulação dos equipamentos e fundamentação teórico prática.

Integração lavoura-pecuária-floresta

Docente

- Alceu Luiz Assmann

- Laíse da Silveira Pontes

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Atualidades e perspectivas da integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF) no sul do Brasil. Conceitos, principais características e benefícios dos sistemas integrados. Planejamento para a implantação do sistema. Limitações/barreiras para a adoção do sistema. Manejo de pastagens em sistemas integrados. Forrageiras para sistemas integrados. Impacto do animal no sistema. Propriedades emergentes em sistemas integrados. Manejo da fertilidade. Ciclagem de nutrientes. Bases tecnológicas para a introdução do componente arbóreo na iLPF. Tópicos especiais no manejo do componente arbóreo.

Manejo integrado de doenças de plantas

Docente

- Andressa Cristina Zamboni Machado

- José Segundo Giampani

- Rui Pereira Leite Junior

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Desenvolvimento das doenças em populações de plantas (princípios de epidemiologia) e fatores que podem ser manejados para alterar o curso natural da evolução de uma doença, visando o benefício da planta. Princípios básicos de controle de doenças e a evolução das medidas de controle em três categorias: física, química e biológica. Descrição, aplicação, uso, eficácia, custo e estabilidade dos métodos de controle a longo prazo e efeitos positivos e negativos em outros alvos.

Manejo integrado de pragas

Docente

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Conceitos sobre o Manejo de pragas. Aspectos ecológicos e econômicos no manejo de pragas. Interação artrópodes-planta. Agroecossistemas. Princípios do manejo integrado de Pragas; Amostragem e Tomada de decisão; Estratégias e táticas de redução populacional de pragas. Método Legislativo – serviço quarentenário, medidas obrigatórias, lei dos agrotóxicos. Método Mecânico – catação manual; barreiras; armadilhas. Método Físico – fogo; temperatura; luminosidade; som; radiação ionizante. Método Etológico ou Comportamental – hormônios da metamorfose; semioquímicos (feromônios e aleloquímicos). Método de Resistência de Plantas a Insetos – graus de resistência; tipos de resistência. Método Cultural – época de plantio; poda; preparo do solo; adubação. Método Biológico – natural e aplicado (conservação; incremento; clássico); agentes de controle biológico (predadores, parasitóides, patógenos, competidores). Método Químico – formulação, classificação, características, mecanismos de ação e seletividade dos inseticidas.

Métodos em fitopatologia

Docente

- Andressa Cristina Zamboni Machado

- José Segundo Giampani

- Rui Pereira Leite Junior

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Segurança, equipamentos e métodos de esterilização. Isolamento, cultivo e identificação de fitopatógenos. Inoculações de fitopatógenos. Técnicas microscópicas, serológicas e moleculares para diagnose de doenças de plantas. Avaliação de doença.

Microrganismos fitopatogênicos

Docente

- Andressa Cristina Zamboni Machado

- José Segundo Giampani

- Rui Pereira Leite Junior

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Histórico, importância, diagnose e sistemática de fungos, bactérias, vírus e nematoides fitopatogênicos. Genética, ecologia e fisiologia de microrganismos fitopatogênicos. Princípios de controle de doenças causadas por fungos, bactérias, vírus e nematoides.

GENÉTICA, MELHORAMENTO E BIOTECNOLOGIA VEGETAL

Biologia molecular aplicada ao melhoramento vegetal

Docente

- Juarez Pires Tomaz

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Organização do genoma de plantas: sequenciamento de DNA. Construção e uso de bibliotecas genômicas e de cDNA. PCR: princípios e aplicações. Bases moleculares no uso de marcadores moleculares. Marcadores moleculares dominantes e codominantes: RFLP, RAPD, AFLP, SSR, SNPs e ESTs. Genotipagem e mapeamento genético. Clonagem e caracterização de genes. Estratégias de transformação genética de plantas. Regeneração in vitro e sua importância para a transgenia. Expressão transiente e estável de transgenes. Métodos de transformação genética. Biologia da transformação com Agrobacterium.

Genética e melhoramento de plantas alógamas

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Conceitos de genética clássica aplicados ao melhoramento genético; a história do melhoramento genético de plantas alógamas; recursos genéticos e sua utilização; conceitos de genética quantitativa; interação genótipo x ambiente; capacidade de combinação e grupamentos heteróticos; métodos de obtenção e de avaliação de linhagens; métodos de seleção recorrente intrapopulacional e interpopulacional; método de retrocruzamento clássico e assistido por marcadores; seleção para múltiplos caracteres; métodos de maximização do ganho por seleção, utilização da tecnologia de duplo-haplóides no melhoramento de espécies alógamas.

Genética e melhoramento de plantas autógamas

Docente

- Vania Moda-Cirino

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Bases genéticas do melhoramento de plantas autogamas, homozigose, banco de germoplasma e diversidade genética, seleção de genitores, formação de população por hibridação, técnicas de hibridação artificial, macho esterilidade, hibridação interespecífica, método genealógico, método da população, método da descendência de uma única semente (SSD) e derivados, retrocruzamento, seleção recorrente, Seleção assistida por marcadores moleculares, avaliação da adaptabilidade e estabilidade de produção, registro e proteção de cultivares, produção de semente genética, Melhoramento de gramíneas (cereais de inverno e arroz) melhoramento de espécies leguminosas (soja, feijão, amendoim), melhoramento de algumas espécies de hortaliças, melhoramento de espécies forrageiras de clima temperado.

Genética molecular

Docente

- Juarez Pires Tomaz

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Sim

Ementa

Genética clássica e extensões do Mendelismo. Mitose e Meiose. Teoria da hereditariedade. Variações em dominância e Padrões de herança. Mapa de ligação genética e recombinação. Gene ao nível molecular: replicação, transcrição e tradução. Gene em ação: estrutura, regulação de genes e epigenética. Mutação. Constituição molecular do genoma eucarioto. Herança extra-nuclear. Tópicos atuais em Biologia Molecular.

Genética quantitativa

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Variação conínua; Componentes de médias e variâncias; Herdabilidade; Seleção; Parentesco; Amostragem e Número Efetivo (Ne); Resposta correlacionada à seleção; Ganho genético; Capacidade de combinação e heterose; Interação de genótipos com ambientes.

Melhoramento de espécies perenes e de propagação vegetativa

Docente

- Gustavo Hiroshi Sera

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Aspectos gerais das culturas. Importância sócio-econômica. Origem e difusão. Classificação e descrição botânica. Biologia Reprodutiva. Melhoramento genético, variedades e cultivares. Propagação. Métodos de Seleção. História do melhoramento de café e citros. Objetivos e características avaliadas no melhoramento. Métodos de melhoramento. Redução no tempo de desenvolvimento de cultivares. Resistência às doenças. Resistência aos insetos. Resistência aos nematóides. Tolerância e resistência para estresses abióticos. Cultivares para geada e escalonamento de colheita. Uso de híbridos e heterose. Vantagens e desvantagens da propagação vegetativa de híbridos

Métodos de melhoramento de plantas

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Sim

Ementa

A importância do melhoramento na agricultura, modo de reprodução das plantas, origem e evolução de plantas cultivadas, recursos genéticos vegetais, variabilidade genética, mutação induzida, poliploidia, hibridação interespecífica, duplo haplóides, herança de caracteres de importância econômica, caracteres qualitativos e quantitativos, estimativas de variâncias genéticas e componentes da herdabilidade, a importância do ambiente no melhoramento de plantas, endogamia e heterose, seleção em culturas autógamas, hibridação e combinações gênicas, método Página 16/131 - 26/06/2012 08:19:19 genealógico, método da população (bulk), método da descendência de uma única semente (SSD) e derivados, retrocruzamento, seleção recorrente, multilinhas, produção de semente genética. Estrutura genética de populações; Seleção massal e recorrente; Teste de progênies; Híbridos comerciais; Obtenção, avaliação e melhoramento de linhagens; Predição de médias de híbridos; Duplo-haplóides no melhoramento de plantas. Fontes de variabilidade em espécies perenes e de propagação vegetativa, seleção clonal, avaliação dos indivíduos e propagação comercial. Melhoramento visando resistência às doenças de plantas, tipos de resistência genética, interação genética de plantas e raças fisiológicas de patógenos, mecanismos de resistência, técnicas de avaliações. Registro e lançamento de cultivares.

Melhoramento de plantas visando tolerância a estresses abióticos

Docente

- Deoclecio Domingos Garbuglio

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Melhoramento de plantas com foco para tolerância a estresses abióticos; Melhoramento para tolerância a estresses ou para eficiência no uso de recurso?; Fisiologia dos estresses abióticos; Melhoramento para eficiência no uso de nitrogênio e fósforo; Melhoramento para eficiência no uso da água; Melhoramento para tolerância à salinidade; Melhoramento para tolerância ao alumínio tóxico; Melhoramento para tolerância ao calor; Melhoramento para tolerância ao frio; Melhoramento para resistência à germinação pré-colheita; Melhoramento de espécies perenes para condições de estresses abióti

Processos regulatórios em biodiversidade, melhoramento vegetal e biotecnologia

Docente

- Vania Moda-Cirino

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Política Nacional da Biodiversidade, Convenção sobre Diversidade Biológica, Tratado Internacional sobre recursos fitogenéticos, Legislação de acesso aos recursos genético, Legislação de agrotóxicos, Codex Alimentarius, Legislação de biossegurança, Protocolo de Cartagena, Registro Nacional de Cultivares, Legislação de sementes, Propriedade Industrial, Proteção de Cultivares, Direitos autorais e Inovação tecnológica

Qualidade tecnológica aplicada a linhagens e cultivares no melhoramento genético

Docente

- Maria Brígida dos Santos Scholz

Carga Horária

- 60 horas

Créditos

- 4 créditos

Obrigatória:

- Não

Ementa

Aspectos gerais de qualidade tecnológica. Características físicas e químicas de linhagens e cultivares de grãos, cereais e café. Principais processos de industrialização de produtos agrícolas. Modificações industriais dos componentes químicos. Métodos de avaliação da qualidade tecnológica.

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